Marina Grossi fala no IBP sobre precificação de carbono

Data: 07/08/2018
Area: Clima
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Categoria: Energia e Clima
Como mecanismos de precificação de carbono podem estimular a transição para uma economia mais verde? Com essa pergunta, a presidente do CEBDS, Marina Grossi, apresentou à Comissão de Mudanças Climáticas, do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) um panorama sobre a precificação de carbono no país e no mundo e como a cadeia de petróleo se insere nesse novo cenário. Mais de 30 profissionais, de empresas como Equinor, Total, ENEVA, Ipiranga, Siemens e Braskem, entre outras do setor.

A Comissão de Mudanças Climáticas é uma iniciativa do IBP para realizar ações mais efetivas no que se refere ao engajamento do setor nessa transição energética. Uma excelente medida de um setor que não quer ficar para trás e que está acompanhando de perto e muito interessado no que precisa efetivamente ser feito.

“A necessidade de mitigar ou reduzir as emissões de gases de efeito estufa e transparência nas informações são cruciais para a transição para uma economia de baixo carbono. Mecanismos de precificação dão previsibilidade aos negócios e permitem investimentos em novas tecnologias em um ciclo virtuoso para as empresas e para o meio ambiente”, explica Marina.

O investimento em energias renováveis já é uma realidade para as empresas petroleiras que, de maneira acelerada, estão diversificando seu portfólio. O movimento de transição rumo a um sistema de energia global de transição energéticajá é visto em empresas como Petrobras e Total, que se aliaram em investimentos renováveis e a Shell, em busca de regulamentação na distribuição de energia elétrica no país.

De acordo com a Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês), o setor de energias renováveis recebeu investimentos de R$ 241,6 bilhões em 2016. Já os postos de trabalho no setor empregam mais de 10 milhões de pessoas.



Assessoria Cebds

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Textos elaborados pela equipe de Comunicação do CEBDS.