Em quase uma década de atividades, o Programa de Restauração da Suzano recuperou 31.200 hectares em quatro dos seis biomas brasileiros, com o plantio de 10,7 milhões de mudas nativas de Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Além disso, as áreas de preservação da Suzano abrangem mais de 925.600 hectares, 38% de sua área total.

Os resultados foram divulgados na Plataforma Online para os ODS, das Nações Unidas, que tem como finalidade registrar ações voluntárias de apoio às 17 metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os dados registrados na plataforma buscam proporcionar subsídios para a troca de experiências entre diversos públicos de interesse em relação ao desenvolvimento sustentável.

“Em um dos países que sofrem os desmatamentos mais significativos do mundo, a Suzano é responsável pelo que está entre os maiores programas de restauração privada. O objetivo do programa é transformar pastagens degradadas, que fornecem poucos serviços do ecossistema, em vegetação nativa brasileira regenerativa, parte integrante do modelo de negócios da empresa. A Suzano planta eucalipto em mais de 1,011 milhão de hectares, com o objetivo de produzir celulose que é transformada em produtos florestais, como papel higiênico, lenços de papel, lignina, papel para imprimir e escrever, entre outros”, informa o texto publicado na plataforma.

Serviços ambientais

Líder mundial no mercado de celulose, a Suzano mantém o programa com a finalidade de proporcionar maior biodiversidade e gerar inúmeros serviços ambientais. Entre eles, disponibilidade de água, regulação climática, proteção contra riscos naturais, controle de erosão, controle de pragas e doenças, entre outros.

Além disso, para orientar sua estratégia e garantir o compartilhamento de conhecimentos, a Suzano estabelece compromissos públicos, incluindo a assinatura do Pacto de Restauração da Mata Atlântica. Uma das metas do documento é a recuperação de 15 milhões de hectares do bioma Mata Atlântica no país até 2050.

Dada a complexidade das ações de restauração, o programa conta com muitos parceiros para cada região onde está presente, tais como ONGs, instituições acadêmicas, instituições financeiras e pequenos empreendedores locais.

Acompanhamento de resultados

A Suzano possui um Plano Anual de Restauração com metas anuais específicas. A expectativa é de que, dentro do período de 30 anos, as áreas recuperadas no âmbito do programa contribuirão para o combate às mudanças climáticas, com a remoção de aproximadamente 22 milhões de tCO2e (~ 709,29 TonCO2e / ha) da atmosfera.

O Programa contribui ainda para a criação de corredores ecológicos, que integram as iniciativas de restauração com outras áreas de conservação da Companhia e as conectam a outras áreas de conservação, incluindo parques estaduais e federais.

Juntas, essas áreas de conservação contribuem para o enriquecimento da biodiversidade da fauna e da flora. Um exemplo emblemático é o Parque das Neblinas, uma reserva privada de 6 mil hectares de propriedade da Suzano, localizada perto de São Paulo. O parque conserva a bacia do rio Itatinga e promove pesquisa científica, manejo florestal, educação socioambiental, proteção da biodiversidade, restauração da Mata Atlântica e visitação.