Mercado de Carbono

O que o CEBDS tem feito

O CEBDS vem trabalhando desde 2016 com suas empresas mostrando a importância da precificação de carbono. Somos reconhecidos historicamente por nosso trabalho de articulação e advocacy em clima e carbono, consolidando os caminhos da precificação de carbono no Brasil.

O Brasil já está preparado para adotar a precificação de carbono com integridade climática, proteção da competitividade e governança transparente e participativa.

O CEBDS vem liderando a construção de uma proposta de mercado doméstico de carbono compulsório elaborada ao longo de vários eventos e consultas aos seus membros. Em 2017, nossa organização apresentou uma proposta de mercado de carbono no Ministério da Economia, a pedido do próprio. Nossa proposta foi contemplada pelo Projeto PMR (Partnership for Market Readiness), parceria entre o Governo Brasileiro (Ministério da Economia) e Banco Mundial, e foi apresentada no Comitê Técnico da Indústria de Baixo Carbono (CTIBC) em conjunto com o Ministério da Economia.

Conheça a proposta do CEBDS

 

CEBDS elabora
marco regulatório

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) realizou em 26 de outubro um webinar sobre o Marco Regulatório do Mercado de Carbono no Brasil, com o objetivo de dar início a um mercado compulsório de carbono brasileiro.

Para alinhar conceitos e temas sobre um sistema de comércio de emissões nacional e coletar informações relevantes de diversos stakeholders para apoio na elaboração da proposta do Marco, foram convidados  representantes do setor empresarial, governo, academia, organizações multilaterais, imprensa e sociedade civil.

Saiba mais

Carta aberta sobre precificação

Elaboramos uma Carta Aberta sobre Precificação de Carbono, assinada pelas mais altas lideranças de 30 grandes companhias e instituições, em parceria com a Iniciativa Empresarial pelo Clima (IEC) e Carbon Pricing Leadership Coalition (CPLC), iniciativa do Banco Mundial. Neste documento, elas afirmam seu compromisso em estabelecer um preço interno de carbono e caminhar na direção de uma colaboração mais próxima com o setor público, outras companhias e sua cadeia de valor.

O governo brasileiro estuda a implementação de instrumentos de precificação de carbono como um mecanismo para alcançar as metas de descarbonização previstas pela Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês). O projeto tem a supervisão do Ministério da Fazenda, que busca analisar diferentes normas de precificação e as respectivas interações com políticas já existentes, bem como os impactos resultantes sobre os diferentes setores.

Baixe aqui

Precificação e metas climáticas

Por meio de um mercado de carbono, podemos atingir as metas expressas pelo Acordo de Paris de modo custo-efetivo. Somado ao Mercado, precisamos de políticas robustas, abrangentes e de longo prazo pois o Brasil se comprometeu em reduzir suas emissões de GEE em 37% abaixo dos níveis de 2005, em 2025 , além de formalizar uma contribuição indicativa subsequente de redução de 43% abaixo dos níveis de emissão de 2005, em 2030 . Queremos chegar em uma realidade onde empresas que adotem este compromisso, no Brasil, sejam as empresas mais bem-sucedidas.

É possível financiar a transição para uma economia de baixo carbono, incorporando de forma transparente os impactos provocados pelas emissões de GEE aos custos das empresas emissoras, como mostra o estudo Precificação de Carbono na Indústria Brasileira.

A criação de um marco regulatório é importante. Irá permitir que o Brasil cumpra as metas estabelecidas no Acordo de Paris, que pretende limitar o aquecimento global em 2º C e também que assuma protagonismo no mercado de carbono mundial, dadas as suas vantagens técnicas para atuar nesse mercado.

O que é precificação de carbono?

Geração de valor

Atualmente, há 61 iniciativas de governos locais, nacionais e regionais. A precificação de carbono foi responsável por US$ 45 bilhões gerados em 2019, dos quais da metade deste valor destinou-se a projetos relacionados a meio ambiente ou desenvolvimento. Países da União Europeia, África, América Latina e Oceania têm aumentado sua ambição na redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE). O Brasil não pode ficar para trás.

O setor empresarial tem se adiantado e implantado modelos de precificação interna de carbono para direcionar investimentos mais limpos. Atualmente há mais de 1.600 empresas no mundo que já utilizam ou planejam utilizar precificação até 2021. No total, as duas formas de precificação, a SCE e taxação, cobrem 22% das emissões globais e, em 2018, estas iniciativas foram estimadas em US$82 bilhões .

Por que precificar carbono?

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Karen Tanaka
Gerente Técnica para Energia, Mudança do Clima e Finanças Sustentáveis no CEBDS