GE: diversificação e eficiência para a energia do Brasil

De acordo com o Ministério de Minas e Energia do Brasil, 75% da geração de energia elétrica provêm de fontes renováveis, mas a grande dependência na geração hidrelétrica pode comprometer a segurança energética do País. Sem dúvidas, a diversificação da matriz se torna ainda mais necessária frente às variações no regime de chuvas no País, decorrentes das mudanças do clima. Soluções para torná-la uma realidade existem e temos agora uma motivação a mais para concretizá-la. Para contribuir com o Acordo de Paris, o Brasil se comprometeu voluntariamente em ampliar de 28% para 33% o uso de energia de fontes renováveis (eólica, solar, biomassa e biocombustíveis) em sua matriz, além do uso de energia hídrica.

A GE está ajudando o País a ter sucesso nesse desafio, enquanto já contribui com um terço de toda a capacidade de geração de energia no Brasil. Estamos comprometidos com o desenvolvimento de tecnologias para ajudar a diversificar a matriz energética, privilegiando fontes renováveis, bem como melhorar a eficiência energética da indústria e do sistema elétrico brasileiro, desde a geração até o consumo, passando pela transmissão e distribuição de energia. Isso deve também ajudar o Brasil a cumprir com seu outro compromisso: reduzir em 37%, até 2025, e em 43%, até 2030, as emissões de gases do efeito estufa.

No Acordo de Paris, a redução absoluta das emissões é exigida apenas das economias desenvolvidas, mas teve adesão voluntária do governo brasileiro para todos os setores da economia como pecuária, agricultura e indústria. De fato, é um grande desafio, mas no contexto brasileiro temos uma ótima oportunidade, ainda inexplorada, que pode contribuir para solucioná-lo: investir na geração de energia a partir da biomassa. No Brasil, por ser uma potência agrícola, há disponibilidade em larga escala de resíduos orgânicos. Dentre os benefícios da biomassa, a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) estima o potencial de redução de 29 milhões de toneladas de gás carbônico na geração de eletricidade pelas unidades de destinação de resíduos e efluentes orgânicos por ano.

Além de reduzir o impacto ambiental, investir em biomassa pode trazer ganhos de eficiência e produtividade em um setor importante da economia brasileira como o de bioenergia. Isso principalmente considerando a possibilidade de incremento na produção do etanol celulósico, chamado de segunda geração, produzido a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar. E foi pensando nisso que nossos pesquisadores do Centro de Pesquisas da GE no Brasil desenvolveram uma solução inovadora para o setor bioenergético. A tecnologia otimiza a produção de etanol celulósico, tornando-o mais competitivo economicamente, através do melhor aproveitamento das enzimas necessárias para o processo, que hoje representam cerca de 40% do custo operacional.  Além disso, a implementação da tecnologia GE possibilita uma redução no volume gerado de vinhaça, a partir do reaproveitamento parcial da água utilizada (saiba mais aqui).

O compromisso da GE com o Brasil não para por aqui.  Há vários desafios, mas também muitas oportunidades. E esses são apenas alguns exemplos de como estamos ajudando o País a identificar soluções para alcançar novos patamares na área de energia e mudanças do clima. Convido você a saber mais em nosso Perfil de Sustentabilidade.

Seguimos #JuntosPeloClima e #JuntosPeloBrasil. Na GE, nós acreditamos que #DáParaFazer!

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